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13) A Graça de Deus e a Nossa SALVAÇÃO - 05

A  Graça de Deus e a Nossa Tão Grande Salvação Vista No Plano Posicional e Experimental - Parte 05

Já faz muitos anos que eu comecei a ver e entender a nossa salvação nesses dois planos; e desde que tive essa compreensão tudo ficou mais fácil para entender todo o processo da nossa salvação e do seu desenvolvimento. Esses dois aspectos da salvação são vistos em todo o NT e se não entendermos bem esse processo muitas confusões são feitas. Por exemplo, na Bíblia é mencionado que os salvos são perfeitos, santos, mais que vencedores, irrepreensíveis, sem ruga, sentado com Cristo nas regiões celestiais, e assim por diante. Eu pergunto, somos tudo isso mesmo na prática, na experiência do dia-a-dia? Duvido de que alguém responderia afirmativamente esse pergunta! Se a Bíblia assim afirma, mas não conhecemos ninguém que esteja vivendo assim, então o que está errado? É isso que vamos ver no decurso desse artigo. Mas podemos nos alegrar por sabermos, como disse Lutero: "Eu sei que não sou tudo o que devo ser, nem o que serei; mas também, pela graça de Deus, eu sei que não sou mais o que eu era"
Vamos desenvolver esse artigo com os dois planos concomitantemente e comparando a diferença entre eles.
O plano posicional é um plano legal e forense. Ele é irreversível, imutável; nada nele pode ser alterado, é eterno e arquitetado no eterno passado e  consumado na cruz, quando Jesus disse: “Está consumado”, Tetelestai, pago completamente. O verdadeiro evangelho pregado no mover do Espírito Santo propicia ao eleito uma perfeita e plena salvação em todos os aspectos. Veja o que Paulo disse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé” (Rm 1.16,17).  No original o termo salvação demostra uma clara plenitude e abundancia, vejamos:  “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hb 7.25; 10.14). Hb 7.25. Na versão ampliada diz: “Portanto, ele é capaz de salvar ao máximo, completamente, perfeitamente, e finalmente por toda eternidade e tempo, aquele que vem a Deus por intermédio dele”. Esta tão grande salvação inclui tudo que Deus tem para nós como cristãos. A palavra salvação do latim “SALVARE” significa “SALVAR” e “SALUS” que é igual a saúde e ajuda em português. Do grego “SÕTERIA” significa cura, recuperação, remédio, redenção, bem-estar e paz.  No grego ainda temos o termo “SÕSÕ” que significa, salvação e libertação ao máximo, em todos os aspectos: espiritual, emocional (área da alma) e físico. A palavra “Salvação” portanto, é um termo abrangente, que inclui tudo que Jesus realizou por nós na cruz. Esse é o aspecto do plano posicional.
No entanto, esse plano parece uma utopia aos nossos olhos. Quem tem conseguido viver nesse nível? Bom, a Bíblia diz que Jesus viveu e que nós, no plano posicional, estamos em Jesus; portanto, somente nele estamos nesse plano. Precisamos entender que o plano posicional, como já disse, é estável, nada do que fizermos ou deixarmos de fazer pode causar nele alguma mudança ou alteração, é um plano concluído, acabado e perfeito; mas o plano experimental depende do desenvolvimento da nossa salvação no nosso dia a dia, ele é inacabado, imperfeito e mutável. Depois de entender dessa forma, precisamos deixar que o Espirito de Deus nos conduza no desenvolvimento dessa salvação nos levando a estreitar a distancia entre o que somos em Cristo (plano posicional) e o que precisamos viver aqui na terra (plano experimental). A maioria dos cristãos aqui na terra nunca viveu nem de longe do que eles são em Cristo no plano posicional.
Vamos dar uma caminhada pelas Escrituras na confirmação do que estou escrevendo. 
Em Isaias 53, está escrito: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (4,5). Por muitos anos preguei baseado nesse texto que é a vontade de Deus curar a todos os seus filhos, assim como é da vontade dele que não andemos em pecado. Mas quando analisamos esse texto na ótica desses dois planos, entendemos que não é bem assim. No plano posicional, sim, fomos curados plenamente, fomos perdoados da mesma forma. Isso Jesus fez por nós de uma vez por todas, não depende da nossa fé e de nada do que realizamos. Deus fez isso em Cristo Jesus, por nós antes de nascermos há quase  dois milanos! Mas no plano experimental, todos nós estamos sujeitos há um monte de doenças e que podem ou não serem curadas. Em relação ao pecado, como já mencionei em outros artigos, no plano posicional não existe mais, Jesus levou sobre si; mas no plano experimental, na carne, lutamos contra ele a todos instante. O plano experimental não tem poder, de forma nenhuma, para alterar o plano posicional; mas o posicional tem todas as condições e poder para mudar o experimental. Paulo disse que estamos sentados nas regiões celestiais em Cristo Jesus, isso no aspecto posicional, porque no aspecto experimental aqui nem sempre é uma experiência “E, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus” (Ef 2.6,7). Regiões celestiais não tem necessariamente relação com as regiões lá em cima e sim com a dimensão espiritual, na qual vivemos aqui. Então, no plano posicional somos:
1) Plenamente curados. Jesus ao morrer na cruz nos concedeu saúde plena levando sobre si as nossas dores, doenças, enfermidades e pecados (o pecado pode ser considerado a enfermidade da alma), veja novamente o que o profeta Isaias disse: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (53.4,5). Mas no plano experimental não é automático, precisa ser experimentado, pela fé, em cada caso. Não é porque Jesus levou sobre si as minhas doenças que estou automaticamente curado. Se não fosse assim todo salvo estaria automaticamente curado a partir do dia da conversão; mas todos nós sabemos na prática que não é assim.
2) Plenamente santos. Nesse plano, também, nunca fomos ou seremos mais ou menos santos do que no dia em que fomos salvos. A nossa santificação nessa esfera é imutável e nunca pode ser alterada independentemente do nosso comportamento aqui. A Bíblia diz  que Deus escolheu os eleitos para serem santos desde antes da fundação do mundo “assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor” (Ef 1.4). Nas escrituras que se segue, vamos ver a santificação dos santos nos dois planos:
“com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef 4.12). O aperfeiçoamento aqui tem a ver com o plano experimental, pois no posicional não há o que aperfeiçoar; ele é eternamente perfeito. O escritor aos hebreus deixa claro que por um lado (plano posicional) fomos aperfeiçoados de uma vez para sempre e por outro lado (no plano experimental) estamos sendo santificados cada dia “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hb 10.14). O apóstolo Pedro também fala da santificação no plano experimental, veja, “pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento. Porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.15,16).
3) Plenamente perfeitos. A perfeição do salvo, da qual de certa forma já falamos, segue o mesmo processo da santificação, pois santificação e perfeição andam juntas, não podem ser separadas. Paulo disse: “Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá” (Fp 3.15).
4) Plenamente salvos. Já falamos disso também. Só quero dizer agora que, no plano posicional a salvação é perfeita, imutável, consumada, conclusiva, infinita e irreversível. Não depende de nós, do que fazemos ou deixamos de fazer; dependeu e depende somente de Deus. Mas no plano experimental ela está sendo desenvolvida, veja “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2.12). Enquanto estamos aqui nesse mundo podemos sofre muitas perdas em relação a nossa salvação. Quando Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mt 16.24-26), não estava falando, necessariamente, da perda eterna e sim de uma perda temporária. Perder a alma aqui pode significar, perder o prazer da salvação, perder a consciência dela, perder a comunhão com Deus, deixar a alma doente, enfermar com doenças psicológicas que por sua vez geram doenças psicossomáticas e pode levar a morte física. Nesse caso, perde-se a alma, (no sentido emocional) mas não a salvação. 
 5)  Plenamente perdoados. Veja  os demais artigos  desta série:
   a) A graça de Deus e o fim do nosso sentimento de culpa;
   b) O Nosso Perdão e Aceitação Incondicional Diante de Deus;
   c) Diante de Deus não existe mais pecado;
6) Plenamente justos. Segue o mesmo processo e raciocínio. Veja o que o escritor aos hebreus disse: “E igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (12.13). Paulo também disse que fomos justificados pela fé “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). “E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras. Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” (Rm 4.6,7,8). “Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. (Rm 5.17). Jesus se nos tornou da parte de Deus a nossa sabedoria, a nossa justiça, a nossa santificação e redenção “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1.30). “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5.21) “E ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé” (Fp 3.9). Somos justos porque Jesus creditou a sua justiça em nós independentemente das nossas obras.
7) Plenamente vitoriosos. Bom, como temos mencionado, no plano posicional somos mais que vencedores; tudo podemos naquele que nos fortalece (Rm 8.37, Fp 4.13); mas no experimental isso tudo precisa ser ativado e vivido. Alguém pode ser mais que vencedor no plano posicional e viver um permanente fracasso no experimental. Há todo um processo para tornar o posicional experimental no nosso viver diário. E nesse processo tem vários mecanismos e um deles, imprescindível, é a fé. A fé em todos os aspectos é um dom de Deus “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). O “isto” do texto se refere a fé e não a salvação como muitos pensam. E essa fé precisa ser desenvolvida em nós como fruto do Espírito (Gl 5.22,23). Não vou entrar nesse campo agora, não.
8) Plenamente supridos. Em Cristo estão todos os tesouros, todos os recursos para vivermos em pleno suprimento “Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos. Em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos” (2Co 8.9; Cl 2.3). Isso é real e consumado no plano posicional, mas no experimental é outra coisa. Podemos ilustra aqui com uma experiência que vivi quando pastoreei em uma cidade chamada Taquaruçu no município de Palmas Tocantins. A água com a qual nos servíamos lá, vinha das montanhas. Ela jorrava de uma das cachoeiras das montanhas, vinda por tubulação até um grande deposito que havia no centro da cidade e daquele deposito era distribuída para todos os habitantes. Cada habitante controla o seu fluxo através do mecanismo chamado torneira. A fonte era inesgotável, mas o fluxo da água dependia da abertura da torneira. Em Jesus estão depositados todos os recursos dos quais precisamos aqui, mas para usufruímos deles precisamos colocar a nossa fé em ação (abrir a torneira). Quem abrir mais terá mais e quem abrir menos terá menos. Então, posicionalmente falando o deposito está lá e é ilimitado, mas para que eu experimente daquela abundância,  preciso entrar nesse processo de fé.
9) Plenamente filhos. Claro, uma vez filho, filho para sempre. Se na dimensão biologia, um filho é sempre um filho, não tem como mudar esse quadro, quanto mais no que se refere a nossa filiação divina?
10)  Plenamente luz do mundo. É assim que Deus nos ver em Jesus.
11)  Plenamente sal da terra;
12)  Plenamente imaculados;
13)  Plenamente irrepreensíveis;
14)  Plenamente batizados em Cristo;
15)  Plenamente crucificados;
16)  Plenamente sepultados;
17)  Plenamente ressurretos;
18)  Plenamente em Cristo nas regiões celestiais;
19)  Plenamente regenerados. A regeneração operada em nós pela ação do Espirito Santo é tão eterna e irreversível quanto a filiação e a salvação.
20)  Plenamente abençoados. No plano posicional, somos plenamente abençoados  “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (Ef 1.3); mas no plano experimental, como já disse acima, é um processo.
Quando perguntamos a um grupo de salvos sobre quem se considera perfeito, justo, santo, imaculado  e irrepreensível e íntegro, ninguém tem coragem de levantar a mão, isso porque não entendem que no plano posicional já o somos, apesar de que no plano experimental estamos no processo e ainda não nos consideramos assim. Quando essa pergunta é feita, todos só vêm o plano experimental.
Nesse plano posicional não existe meio termo, somos ou não somos. Mas no plano experimental isso ainda é um processo que pode durar a vida toda. No plano posicional a nossa salvação nunca altera. O salvo nunca foi e nunca será mais ou menos salvo do que no dia em ele foi salvo. Mas no plano experimental a salvação está em um processo de desenvolvimento até o fim dessa vida aqui “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2.12).
Na verdade, no plano posicional Deus, no eterno passado, nos elegeu e nos salvou e no tempo devido, Jesus veio e executou esse plano na cruz e no dia determinado foi aplicado em nossa vida. Na minha vida esse maravilhoso plano foi aplicado no dia 05 de setembro de 1976. Mas eu já estava salvo desde a eternidade. O eleito já nasce salvo o que precisa acontecer na vida dele é a aplicação da salvação planejada no eterno passado e executada na cruz. Essa aplicação acontece com a regeneração e filiação divina. Jesus morreu pelos eleitos somente.

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Pr Aramisio Borges


“Eu realmente só amo a Deus, na proporção em que amo a pessoa que menos amo” (Dorothy Day) 

Pr Aramisio Borges 

Natural de Goiânia, Go. Mora em SP desde 1983, servo de Deus a serviço de sua obra, Pastor há mais de 35 anos, teólogo, professor de Teologia e psicólogo; é responsável pela  MCDI - Ministério Cristão de Discipulado e Integração e pelo Instituto Exousia. Procura amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo, ama a família, a obra de Deus, seus amigos, a vida!  Na medida do possível procura ser amigo de todos e na mesma medida, procura ter paz com todos os homens.  Procurando sempre resolver todas as pendências. Tem procurado estar de bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo. Tem um grande interesse pelo bem-estar do ser humano, principalmente no que se refere ao seu relacionamento com o Criador. Não é perfeccionista, mas gosta do melhor possível. Não é dogmático, mas gosta de ter uma posição definida em relação aos temas e doutrinas da Bíblia. Não chegou ainda, aonde quer, mas sebe onde deve chegar e esforça-se para isso. Gosta de se relacionar com o ser humano, procurando sempre o melhor nas pessoas, mesmo que possa se surpreender com pior. Sabe que toda pessoa rotulada como ruim tem um lado positivo e toda considerada boa, tem um, pelo ao menos um, aspecto negativo. Assim é com todos. Considera o conhecimento e o envolvimento com a Soberana Graça de Deus como imprescindível para o cristão e entende que, para viver nessa plena graça precisa, antes de tudo, viver no pleno mover do Espirito Santo. E sem essa Graça ninguém seria salvo, pois foi nessa base da graça que Deus, soberanamente, nos elegeu em Cristo antes da fundação do mundo. 

Devocional Diário

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