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O Único Mandamento para nós, Hoje

O Único Mandamento para nós, Hoje

O amor é o único mandamento pra nós hoje, no tempo da graça. Jesus disse, depois da pergunta do interprete  da lei, sobre o  “grande mandamento da lei”: “E um deles, intérprete da Lei, experimentando-o, lhe perguntou: Mestre, qual é o grande mandamento na Lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22.36-40).

Não temos que nos preocupar com os mandamentos de Deus, hoje, no plural; pois os mesmos se resumem em apenas um mandamento, que é o amor. Amar é tudo de que precisamos; tudo se resume no amor, se você ama, não precisa se preocupar com nada mais em relação às ordenanças de Deus. Paulo disse: “aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz” (Ef 2:15). Cristo aboliu todas aquelas cerimônias, regulamentos, mandamentos em forma de ordenanças. Tudo que precisamos hoje é focar e viver o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito que nos foi dado (Rm 5.5). O escritor aos hebreus disse que tudo, no AT, estava baseado em coisas associadas ao comportamento carnal (natural); e que tudo isso foi deixado para trás com a vinda de Jesus; o que era imperfeito foi substituído pelo perfeito. O que era transitório, foi substituído pelo que é eterno, veja: “os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma” (Hb 9.10). Veja este texto na Bíblia Viva: “Pois o sistema antigo tratava somente de certas cerimônias: que alimentos comer e beber, regulamentos sobre a maneira de eles se lavarem, e regulamentos sobre isto e aquilo. O povo tinha de guardar estes regulamentos que o ajudariam a sustentar a situação até que Cristo viesse com um novo e melhor caminho da parte de Deus”. 

Qualquer que seja o erro que venhamos cometer, hoje, estará ferindo e agredindo esse único mandamento, o amor. Se não veja: “Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor. Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Rm 13.9,10; GL 5.14; Jo 13.35). Portanto, podemos entender por esses textos acima e outros em toda a extensão da Bíblia, que não é possível cometer nenhum pecado em todas as nossas atitudes diárias, sem transgredirmos a lei do amor. Qualquer coisa do próximo que você desejar indevidamente, estará deixando de amá-lo. Se você desejar o seu carro, sua fazenda, sua casa, seu emprego, seu lugar de projeção na empresa, sua namorada, sua esposa, seu prestígio, já não o estará amando de acordo a recomendação bíblica, como a si mesmo. Se você não honrar teu pai e tua mãe, não estará amando as pessoas mais próximas de você. Se você não amar a tua esposa como a si mesmo, não estará seguindo as orientações bíblicas. Qualquer um dos mandamentos do AT, que você transgredir estará incorrendo na falta de amor, mas se você amar, não vai transgredir nenhum deles.

Esse amor tem três objetos: Deus acima de tudo, você mesmo, e ao próximo com a si mesmo. O referencial para o amor ao próximo, é o seu amor a Deus acima de tudo e a você mesmo. Se você não se ama, tão pouco amará o próximo. Se você não ama o próximo como a si mesmo, tão pouco amará a Deus. João disse: “Se você não ama ao próximo a quem ver, não amará também a Deus aquém não ver: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4.20).

Lutamos por busca de conhecimento, todos querem crescer no saber. Muitos passam a vida toda procurando crescer no conhecimento, seja profissional, científico, filosófico, não importa a categoria de conhecimento, tudo isso é muito bom, desde que não seja excluída a prática do maior bem que é o amor. O conhecimento, por melhor que seja não pode substituir o amor, mesmo praticado nas mínimas coisas. Paulo disse: “...reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica (1Co 8.1).

Exaltamos a fé e a esperança, e de fato, estas virtudes são muito importantes, mas o amor é superior, veja o que Paulo disse: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (1Co 13.13). Paulo faz uma recomendação que abrange todas as nossas ações, veja: “Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (1Co 16.14). Quando estamos em plena sintonia com Cristo e no mover do Espírito Santo, não é difícil vivermos assim, pois esse amor está derramado em nossos corações e nos constrange a colocá-lo em prática no nosso dia a dia Pois o amor de Cristo nos constrange... (2Co 5.14). Mesmo porque esse amor não é produto do nosso esforço ou abnegação, e sim, fruto do Espírito “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade” (Gl 5.22)

A recomendação bíblica para o nosso viver cristão é: vivermos arraigados e alicerçados no amor “e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor” (Ef 3.17).

O amor de Deus é incomensurável, não se pode medir, entender e mensurá-lo. Esta escrito em João 3.16 que Deus amou o mundo “de tal maneira” ao ponto de dar o seu filho por nós. "tal maneira", isso deixa no ar que não dar nem para se expressar esse amor, sobrepuja toda a nossa capacidade de raciocínio e imaginação. E Paulo disse: “e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.19). Paulo chegou a considerar o amor como vinculo da perfeição “acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3.14).

Vamos refletir, agora um pouco mais sobre o que João disse sobre o amor:  “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes. E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este mandamento, como ouvistes desde o princípio, é que andeis nesse amor; E agora, senhora, rogo-te, não como escrevendo-te um novo mandamento, mas aquele mesmo que desde o princípio tivemos: que nos amemos uns aos outros  (1Jo 2.7; 2Jo 1.6; 2Jo 1.5-ARC). “Desde o principio” mencionado aqui por João significa, desde que Jesus ensinou: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (Jo 13.34). Quando Jesus ensinou esse mandamento era novo, mas quando João escreveu as suas epístolas, já podia ser considerado antigo.

João foi ao extremo ao falar desse amor de Deus, usando o ato de doação de Deus, para estimular o amor entre os irmãos: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo  3:16).

O amor é prático, teoria não vale nesse processo, veja: “Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus? Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1Jo 3.17 e 4.7).

Deus é amor e se queremos conhecê-lo, precisamos amá-lo, (acima de tudo), e ao próximo como a nós mesmos: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele” (1Jo 4.8,12,16). Então, se queremos que Deus permaneça e aja através de nós, precisamos amar, simples assim. Pois Deus é amor.

O amor é o antídoto do medo, insegurança, ansiedade, autoestima baixa, tormentas de alma e tantos outros sentimentos psicológicos, psicossomático  e emocionais negativos, veja: No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (1Jo 4.18).

Quero concluir fazendo uma reflexão no que Paulo escreveu sobre o amor de Deus na sua primeira carta aos coríntios. Cujo texto fala e explica por si só. Considero esta descrição do amor a mais perfeita e completa, filosófica e teologicamente, dentre todas as demais. Vamos usar duas versões, a ARA (uma das mais usadas entre os evangélicos brasileiros) e Bíblia Viva. Veja, na ARA: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba...” Veja na Bíblia Viva: “SE EU TIVESSE o dom de falar em outras línguas sem tê-las aprendido, se pudesse falar em qualquer idioma que há em toda a terra e no céu e no entanto, não amasse os outros, eu estaria só fazendo barulho. Se eu tivesse o dom de profetizar, e conhecesse tudo sobre o que vai acontecer no futuro, soubesse tudo sobre todas as coisas, e contudo não amasse os outros, que bem faria isso? Mesmo que eu tivesse o dom da fé, a ponto de poder falar a uma montanha e fazê-la sair do lugar, ainda assim eu não valeria absolutamente nada sem amor. Se eu desse aos pobres tudo quanto tenho e fosse queimado vivo por pregar o Evangelho, e contudo não amasse os outros, isso não teria valor algum. O amor é muito paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é arrogante, nem egoísta, nem tampouco rude. O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda o rancor e dificilmente notará o mal que outros lhe fazem. Nunca está satisfeito com a injustiça, mas se alegra, quando a verdade triunfa. Se você amar alguém, será real para com ele, custe o que custar. Sempre acreditará nele, sempre esperará o melhor dele, e sempre se manterá em sua defesa. Todos os dons e poderes especiais que vêm de Deus terminarão um dia, porém o amor continuará para sempre...”.

Baseado neste texto acima, podemos entender que é possível fazer muitas coisas admiráveis; coisas que implicam em grandes sacrifícios; em grandes renúncias e até em grandes benefícios ao próximo, sem amor. Bem como: Falar em línguas desconhecidas, profetizar, conhecer todos os mistérios e toda ciência, fé que transporte montes, distribuir todos os bens aos pobres e até entregar o corpo para ser queimado por uma grande causa. Tudo isso é possível sem amor e que não seria nada; nenhum valor teria tudo isso sem o exercício do amor.

Por outro lado o amor é uma virtude que prolifera todas as demais, veja:  O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. Paulo disse aos gálatas que o amor é o fruto do Espírito e por sua vez é: paz, alegria, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade (ou fé), mansidão e domínio próprio (Gl 5.22,23). Esse mesmo texto na Bíblia Viva, diz: “Mas quando o Espírito Santo controlar as nossas vidas, Ele produzirá em nós esta espécie de fruto: amor, alegria, paz, paciência, bondade, retidão, fidelidade, mansidão e domínio próprio; e aqui não há conflito algum com as leis judaicas”.  Alguém pode questionar dizendo: mas esse é o amor de Deus e só ele pode exercê-lo!  É verdade, esse é o amor de Deus, mas como dissemos acima, esse mesmo amor está derramado em nossos corações capacitando-nos, também, para o seu exercício, senão veja: “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5.5).  Veja ainda sobre o amor aqui e aqui.

Pr Aramisio

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“Eu realmente só amo a Deus, na proporção em que amo a pessoa que menos amo” (Dorothy Day) 

Pr Aramisio Borges 

Natural de Goiânia, Go. Mora em SP desde 1983, servo de Deus a serviço de sua obra, Pastor há mais de 35 anos, teólogo, professor de Teologia e psicólogo; é responsável pela  MCDI - Ministério Cristão de Discipulado e Integração e pelo Instituto Exousia. Procura amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo, ama a família, a obra de Deus, seus amigos, a vida!  Na medida do possível procura ser amigo de todos e na mesma medida, procura ter paz com todos os homens.  Procurando sempre resolver todas as pendências. Tem procurado estar de bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo. Tem um grande interesse pelo bem-estar do ser humano, principalmente no que se refere ao seu relacionamento com o Criador. Não é perfeccionista, mas gosta do melhor possível. Não é dogmático, mas gosta de ter uma posição definida em relação aos temas e doutrinas da Bíblia. Não chegou ainda, aonde quer, mas sebe onde deve chegar e esforça-se para isso. Gosta de se relacionar com o ser humano, procurando sempre o melhor nas pessoas, mesmo que possa se surpreender com pior. Sabe que toda pessoa rotulada como ruim tem um lado positivo e toda considerada boa, tem um, pelo ao menos um, aspecto negativo. Assim é com todos. Considera o conhecimento e o envolvimento com a Soberana Graça de Deus como imprescindível para o cristão e entende que, para viver nessa plena graça precisa, antes de tudo, viver no pleno mover do Espirito Santo. E sem essa Graça ninguém seria salvo, pois foi nessa base da graça que Deus, soberanamente, nos elegeu em Cristo antes da fundação do mundo. 

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